segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Barreiras arquitetônicas

Entre os diversos tipos de barreiras existentes, de comunicação, discriminatórias, invisíveis, etc, estão as arquitetônicas e em algumas situações estas barreiras podem ser involuntárias, mas em outros casos, podem surgir ou serem provocadas pelos descanso, desrespeito ou total desobediência às leis vigentes. As principais barreiras arquitetônicas ambientais, naturais ou resultantes de implantações arquitetônicas e urbanísticas, impedem a acessibilidade, quando o mais económico era combatê-las, evitando que esses projectos fossem aprovados e construídos desta maneira, sem obdecer a critérios ou exigências mínimas das leis e normas. As barreiras involuntárias( chamamos assim porque tradicionalmente representam um vívio de planeamento dos projectos), geralmente são aquelas que podemos eleminar com mais facilidade, porque só dependem da decisão e da capacidade financeira do proprietário e entre elas estão as áreas das residências e das dependências internas dos apartamentos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

História do Braille

O Sistema Braille é um código universal de leitura tátil e de escrita, usado por pessoas cegas, inventado na França por Louis Braille, um jovem cego. Reconhece-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e a integração dos deficientes visuais na sociedade.
Antes desse histórico invento, registraram-se inúmeras tentativas, em diferentes países, no sentido de encontrar-se um meio que proporcionasse às pessoas cegas condições de ler e escrever. Dentre essas tentativas, destaca-se o processo de representação dos caracteres comuns com linhas em alto-relevo, adaptado pelo francês Valentin Hauy, fundador da primeira escola para cegos no mundo, em 1784, na cidade de Paris, denominada Instituto Real dos Jovens Cegos.
Foi nessa escola, onde os estudantes cegos tinham acesso apenas à leitura, pelo processo de Valentin Hauy, que estudou Louis Braille. Até então, não havia recurso que permitisse à pessoa cega comunicar-se pela escrita individual.Louis Braille, ainda jovem estudante, tomou conhecimento de uma invenção denominada sonografia, ou código militar, desenvolvida por Charles Barbier, oficial do exército francês.
O invento tinha como objetivo possibilitar a comunicação noturna entre oficiais nas campanhas de guerra. Baseava-se em doze sinais, compreendendo linhas e pontos salientes, representando sílabas na língua francesa. O invento de Barbier não logrou êxito no que se propunha, inicialmente. O bem-intencionado oficial levou seu invento para ser experimentado entre as pessoas cegas do Instituto Real dos Jovens Cegos.A significação tátil dos pontos em relevo do invento de Barbier foi a base para a criação do Sistema Braille, aplicável tanto na leitura como na escrita por pessoas cegas e cuja estrutura diverge fundamentalmente do processo que inspirou seu inventor.
O Sistema Braille, utilizando seis pontos em relevo dispostos em duas colunas, possibilita a formação de 63 símbolos diferentes, usados em textos literários nos diversos idiomas, como também nas simbologias matemática e científica em geral, na música e, recentemente, na Informática.A partir da invenção do Sistema Braille, em 1825, seu autor desenvolveu estudos que resultaram, em 1837, na proposta que definiu a estrutura básica do sistema, ainda hoje utilizada mundialmente. Comprovadamente, o Sistema Braille teve plena aceitação por parte das pessoas cegas, tendo-se registrado, no entanto, algumas tentativas para a adoção de outras formas de leitura e escrita e ainda outras, sem resultado prático, para aperfeiçoamento da invenção de Louis Braille.Apesar de algumas resistências mais ou menos prolongadas em outros países da Europa e nos Estados Unidos, o Sistema Braille, por sua eficiência e vasta aplicabilidade, impôs-se definitivamente como o melhor meio de leitura e de escrita para as pessoas cegas.O Sistema Braille consta do arranjo de seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas de três pontos, configurando um retângulo de seis milímetros de altura por aproximadamente três milímetros de largura. Os seis pontos formam o que se convencionou chamar "cela Braille".

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Língua Gestual Portuguesa (LGP)

O que é a Língua Gestual Portuguesa? A Língua Gestual Portuguesa (LGP) é a língua utilizada pelos surdos portugueses e é uma língua visual que se baseia nos movimentos, configuração e orientação das mãos e na expressão facial das pessoas que comunicam em LGP.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

DIA DA LINGUA GESTUAL PORTUGUESA - 15 DE NOVEMBRO

Língua Gestual ou Linguagem Gestual?
A LGP, como todas as Línguas, tem gramática própria e um dicionário próprio, que se dá pelo nome de Gestuário, em que os significados aparecem sob a forma de gestos. Pelo facto de ter gramática e dicionário (neste caso um Gestuário), a forma de comunicar dos surdos portugueses chama-se Língua Gestual Portuguesa (LGP), e não linguagem gestual, uma vez que a linguagem não tem regras fixas, nem dicionário.Língua Gestual é universal?Não. A língua é o espelho da sua Cultura e, como tal, elas diferem entre si. Como os surdos portugueses têm uma cultura própria, a língua gestual portuguesa é diferente das demais línguas gestuais. Apesar de cada língua ser própria de cada cultura, os surdos de diferentes nacionalidades conseguem estabelecer comunicação.
Língua Gestual é universal?
Não. A língua é o espelho da sua Cultura e, como tal, elas diferem entre si. Como os surdos portugueses têm uma cultura própria, a língua gestual portuguesa é diferente das demais línguas gestuais. Apesar de cada língua ser própria de cada cultura, os surdos de diferentes nacionalidades conseguem estabelecer comunicação.

Linguagem Gestual - Slogan